{ ... in a world of carbon fields, acid rain and rusted iron limbs, our kisses are just holographic designs floating over the cold network... there are no more prays to be listen... shallow oiled minds... his blood... so so green... as a revenge of nature growing inside his toxicated bones... as a sick thin hope to our lost souls... }
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domingo, 23 de novembro de 2008
All the things... and the golden strings... in my dreams... just in my dreams...
Tornei-me um andarilho faz tanto tempo...
Parece que foi a minha vida inteira assim... E que todo o resto foi um sonho... Tsc... estou invertendo tudo...
Ontem... Junon... Atolei-me com o povo... Obras por toda a parte... Minhas pernas, pesadas... Continuar a perguntar, sempre as mesmas coisas e ver os rostos, se apagando... Então... Aquela nuvem... E no meio daquele vapor quente e úmido, naquela brancura... Você.
Minha górgona: você. Meu coração: petrificado. O cabelo, dançando curto e dourado como o Sol. A mesma pose, arrogante. Podia não ser você. Meus pés, grudados nas pedras do calçamento, sem conseguir seguir na tua direção. Teu rosto, súbito, me pegando em cheio. A cor de céu perfeito nos teus olhos. Mas teu olhar, distante. A minha boca... engasgada com um milhão de palavras. Mas quando tu te viras, só um grito, o único: teu nome...
E a nuvem te traga. Eu sinto o cheiro dos teus cabelos. Escuto o tilintar de tuas armas. Teu passo, firme. Sem recato, grito mais e mais teu nome, desesperado, e corro, enfim. O bonde quase me colhe. Eu arremeto por suas paredes, de seu teto reto eu te vejo, seguindo... O céu se prolonga, debaixo de mim, branco, suave, te levando de novo.
Pulo, corro. Mais e mais. Onde esteves? Que te aconteceu? Por que está indo embora de novo? Fique! Agonia, meu fôlego, não mais o mesmo. Estou feliz e perdido e corro, tropeço. Repasso enquanto meus passos ecoam, a cena, te ver, repasso muitas e muitas vezes. É como um milagre. Depois de tantos mergulhos no vácuo... a luz do Sol em meu rosto! Como? Você sempre me salva a tempo... E todas as palavras não ditas como um hino em meu peito. Onde você foi?!...
E acordo...
Simplesmente assim...
Acordo, encharcado de suor.
Ainda é noite. Eu cochilei na soleira de uma porta. E ainda há tantas portas para bater... E vielas... tantos rostos desconhecidos... E lá fora a vastidão. O cinza, o cinza, o cinza...
Será outro dia perseguindo o invisível. O intangível.
Meu ódio especial contra os Weapons... Ainda sem achar neles um ponto fraco... Ainda fugindo. Melhorando. Mais forte. Mais resistente. Acumulando sim umas cicatrizes a mais, mas isso não vai me parar.
Estou de pé ainda.
Onde você está?... Não vou voltar sem você. Em algum canto, eu sei, vou topar contigo. Vou te encarar fundo. Então, vou te puxar contra meu peito e sentir que você é sólido e vivo.
Que é de verdade.
Que sempre foi.
Que eu não estou louco em crer...
sábado, 22 de novembro de 2008
Norns hate, entangled fate - oh, Skuld, it can't be late...
Quem é o responsável por levar de nós o fio de nossa vida e nos deixar ainda de pé, para que o tempo passe sobre nosso corpo miserável com suas passadas de infinitos dias, só para levar pouco a pouco tudo o mais?...
Quem?...
Os meses passam... Eu vou resistir... nem que seja de joelhos... nem que seja me arrastando... Não posso permitir... Me erguer, lutar, protegê-los, procurar...
Onde você está?... Onde está?...
Quando ergo meu olhar do chão e não encontro tuas costas logo a frente... ... ...
Tenho vagado de cidade em cidade... de toca em toca... Sim... Tantos novos lugares. Rostos. Mãos. Gente procurando um recomeço. Gente procurando uma salvação... Como animais assustados...
Tenho tentado fazer o que é certo, ajudar no que posso a cada parada... Mas sou só um. E esse um, decepciona como herói... Ane me conhece... Ela soube me dizer a verdade sobre mim...
Jogo minha sorte contra os Weapons... os acho por acaso... eles são convidados surpresa por toda a parte... é uma festa dos diabos!... Não acho uma brecha nos filhos da puta... E esse poder... esse legado... Preciso tomar cuidado... Jamais quero ser de novo... o que levanta sua espada contra a garganta do Mundo...
Eu... aprendi com você... e eles...
Ombro a ombro...
Eu...
Pergunto de ti até para os cachorros...
Pergunto de ti até para as paredes...
Por favor... esteja bem... aguente mais um pouco... eu te prometo... não vou te abandonar...
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